sábado, 11 de agosto de 2012
Caíram as estrelas
Sem vírgulas, sem pontos finais. Foi uma história envolvente de amor pela minha cabeça, uma ilusão certo? Caí enquanto toda a gente me envolveu na verdade eu tapei os olhos para não ver, mas abri-os para uma pessoa [errada] que me deixou sem luz, sem céu. Deixou apenas rastos de lágrimas, desespero... Mas eu pensei que iria ultrapassar rápido [...] a vírgula que deixei por entre aberta, se fechou e tornou-se em 'ponto' acabou. Fecho os olhos e ainda vejo o seu sorriso, o seu rosto, os seus lábios, os seu mimos [...] fiquei sem reação a tudo ao meu redor, as forças estão desgastas, mas vou recativar tudo isso da melhor maneira, vou matar esse amor tão belo dos meus sonhos, tenho de acordar, e limpar este meu rímel que sujou tanto o meu rosto. Limpar toda esta dor que vai aqui dentro, tenho de ir embora [...] as saudades ficaram, permaneceu memórias, lembranças e um terror. Caiu as estrelas, a Lua, o sonho, a vontade de andar de baloiço. Quero renascer novamente e tornar a minha noite em Dia sem nuvens. O tempo ajudará a tornar minhas fraquezas em riqueza de forças. Continuarei meu caminho [...] acabo com reticência [...]
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